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Viagem para Bariloche: pacotes, roteiros e dicas para brasileiros

14 Minutos de leitura

Publicado em 22 de maio de 2026 • Atualizado em 22 de maio de 2026

Planejar uma viagem para Bariloche é mais do que marcar datas no calendário: é preparar-se para uma experiência na Patagônia argentina que combina natureza exuberante, gastronomia e aventura. 

Neste guia completo você vai encontrar desde valores atualizados, dicas de transporte, seguro viagem, pacotes de formatura, até formas de economizar e aproveitar ao máximo o destino. 

Quais são os documentos e requisitos para brasileiros fazerem uma viagem para Bariloche? 

Para brasileiros, viajar para Bariloche é simples e acessível, pois a Argentina faz parte do Mercosul. Assim, não é necessário passaporte para entrar no país — basta apresentar um RG em bom estado e emitido há menos de 10 anos. Além disso, recomenda-se contratar um seguro de viagem, especialmente se o objetivo for praticar esportes de inverno.

Viagem para Bariloche: pacotes, roteiros e dicas para brasileiros
Para entrar em Bariloche basta ter um RG atualizado.

RG, passaporte e exigências de entrada na Argentina 

O RG é suficiente, mas é importante lembrar que outros documentos, como CNH ou certidões, não são aceitos. Então, para quem viaja com crianças, é necessário levar a certidão de nascimento original e, se estiver desacompanhada de um dos responsáveis, autorização autenticada. A imigração argentina costuma ser tranquila, e o controle é rápido, principalmente no aeroporto de Bariloche.

Seguro viagem e outras recomendações de viagem 

O seguro viagem para Argentina não é obrigatório, mas é altamente recomendado. Afinal, ele cobre acidentes, imprevistos médicos e situações de extravio de bagagem. 

No caso de Bariloche, onde atividades como esqui e snowboard são comuns, o seguro específico para esportes é essencial. Ainda mais, outra recomendação é portar o comprovante de hospedagem e passagem de volta, documentos que podem ser solicitados na entrada.

Antes de embarcar, tenha atenção aos seguintes pontos:

  1. RG atualizado e em bom estado;
  2. Autorização para menores desacompanhados;
  3. Contratação de seguro viagem adequado;
  4. Comprovante de hospedagem e passagens;
  5. Cartão internacional habilitado para uso no exterior.

Burocracia sem erros: regras de imigração e autorizações especiais para a Argentina

Embora a entrada de cidadãos brasileiros na Argentina seja amplamente facilitada pelos acordos do Mercosul, existem regras alfandegárias e migratórias estritas que podem barrar o viajante no guichê de embarque caso não sejam seguidas à risca. 

A fiscalização argentina é rigorosa, especialmente no que tange à proteção de menores e à entrada de mercadorias, exigindo que toda a documentação civil esteja em conformidade jurídica antes do fechamento das malas.

Viagem com menores de idade: como emitir a Autorização de Viagem Internacional

A imigração do Mercosul adota tolerância zero para o trânsito de menores de 18 anos sem a documentação completa dos responsáveis legais.

Viagem com ambos os pais: Se a criança ou adolescente estiver viajando acompanhado de pai e mãe, basta apresentar o RG próprio (com foto atualizada e em bom estado) ou passaporte válido. 

Certidões de nascimento são aceitas apenas para comprovação de parentesco, mas não substituem o documento de identidade com foto na cabine de imigração.

Viagem com apenas um dos pais ou terceiros: Caso o menor esteja acompanhado de apenas um dos genitores, é obrigatório apresentar uma Autorização de Viagem Internacional redigida em cartório, com firma reconhecida por autenticidade em duas vias, ou a inscrição da autorização diretamente no passaporte do menor. 

Controle aduaneiro: entrada de equipamentos de fotografia, drones e artigos de esporte

A aduana argentina possui regras específicas para a entrada de itens de tecnologia e controle sanitário de passageiros.

Drones e câmeras profissionais: Se você está viajando com drones, câmeras fotográficas de grande porte ou equipamentos de esqui e snowboard de última geração, é altamente recomendável portar as notas fiscais dos produtos. 

A aduana argentina (AFIP) pode exigir a comprovação de que os itens são de uso pessoal e recreativo para evitar a suspeita de comércio ilegal ou importação indevida.

Restrições de alimentos: É expressamente proibido ingressar em território argentino carregando alimentos frescos, frutas, sementes, carnes ou derivados de leite sem processamento industrial devido a barreiras fitossanitárias. 

Se você pretende levar lanches para os primeiros dias, certifique-se de que sejam produtos industrializados, lacrados de fábrica e devidamente declarados nos formulários alfandegários, se solicitado.

Paisagem nevada de Bariloche com lago, montanhas e árvores cobertas de neve na Patagônia argentina.
O inverno transforma Bariloche em um dos cenários mais procurados por brasileiros na Patagônia.

Quanto custa uma viagem para Bariloche? Orçamento para brasileiros

O custo de uma viagem para Bariloche varia conforme a época do ano, o tipo de hospedagem e o estilo de viagem. No entanto, em média, um pacote completo de uma semana pode custar entre R$ 6.000 e R$ 10.000 por pessoa, incluindo passagens, hospedagem, alimentação e passeios.

Passagens aéreas e hospedagem

As passagens aéreas costumam representar o maior custo da viagem. Desse modo, em baixa temporada, é possível encontrar promoções, especialmente em voos com conexão em Buenos Aires. 

Agora, a hospedagem oferece opções para todos os bolsos, desde hostels e cabanas simples até hotéis luxuosos com vista para o Lago Nahuel Huapi.

Alimentação, passeios e custos adicionais 

Bariloche tem uma gastronomia irresistível, com destaque para o chocolate artesanal e os pratos com carne e truta. Em média, uma refeição custa o equivalente a R$ 80 por pessoa. 

Além disso, passeios, como o Circuito Chico ou o Cerro Catedral, também têm valores acessíveis, e muitos turistas optam por contratar excursões locais. Portanto, o ideal é planejar um orçamento diário que cubra imprevistos e lembranças.

Logística de voos: como chegar a Bariloche saindo do Brasil

A malha aérea para a Patagônia Argentina expandiu consideravelmente para atender ao fluxo massivo de turistas brasileiros. No entanto, a escolha dos bilhetes aéreos envolve decisões de conexão que impactam diretamente o tempo total de deslocamento, o cansaço físico do grupo. Impactam, além disso, a segurança de que as suas bagagens de inverno despachadas cheguem ao destino final junto com você.

Voos diretos de inverno vs. conexões em Buenos Aires: o que vale mais a pena?

A escolha do tipo de voo define o ritmo e o aproveitamento do primeiro dia da sua jornada em direção à neve.

Os voos diretos sazonais: Durante a alta temporada de inverno (especialmente nos meses de julho e agosto), companhias aéreas operam voos diretos de aeroportos como Guarulhos (GRU) e Galeão (GIG) direto para o Aeroporto de Bariloche (BRC). 

Essa é a opção mais confortável para famílias e idosos, reduzindo o tempo de viagem para pouco mais de 4 horas e 30 minutos, além de eliminar o risco de extravio de malas em conexões.

Rotas com conexão operacional: Fora da temporada de pico, a rota exige uma escala ou conexão em Buenos Aires. Embora essas passagens costumem apresentar tarifas mais econômicas, elas adicionam algumas horas ao itinerário e exigem atenção redobrada do passageiro quanto ao tempo mínimo de conexão entre os voos internos na Argentina.

A pegadinha da troca de aeroporto: como ir do Ezeiza (EZE) para o Aeroparque (AEP) com segurança

Este é o maior gargalo logístico enfrentado por brasileiros que viajam para as províncias argentinas com conexões mal planejadas.

Aeroportos diferentes: Buenos Aires possui dois aeródromos principais: o Aeroporto Internacional Ministro Pistarini (Ezeiza – EZE), onde pousa a maioria dos voos vindos do Brasil, e o Aeroparque Jorge Newbery (AEP), que concentra a maior parte dos voos domésticos para Bariloche. Muitas passagens promocionais exigem que o passageiro mude de aeroporto por conta própria.

Gerenciamento do trajeto urbano: A distância entre o Ezeiza e o Aeroparque é de aproximadamente 45 quilômetros, cruzando o trânsito complexo da capital argentina. 

Para realizar essa transição com segurança, recolher as malas, passar pela imigração e fazer o novo despacho, os especialistas recomendam um intervalo mínimo de 4 a 5 horas entre os voos. Utilizar transfers fretados ou táxis oficiais de balcão interno é a única via segura para evitar a perda do segundo bilhete.

Vale a pena contratar um pacote de viagem para Bariloche? 

Os pacotes de viagem são excelentes opções para quem busca praticidade e economia. Afinal, eles geralmente incluem passagens, hospedagem, traslados e alguns passeios, o que simplifica o planejamento e reduz custos com intermediários.

Vantagens dos pacotes para brasileiros 

Os pacotes permitem dividir o pagamento e garantir preços mais estáveis, mesmo com a variação cambial. Em resumo, é uma boa alternativa para famílias, casais e estudantes que preferem viajar sem se preocupar com logística.

O que observar antes de fechar um pacote 

Antes de comprar, é importante verificar o que está incluso. Alguns pacotes não cobrem alimentação ou ingressos para atrações. 

Ainda mais, analise também a localização do hotel e se o seguro viagem está contemplado. Comparar diferentes agências ajuda a encontrar a melhor oferta.

Mobilidade urbana: como se deslocar por Bariloche sem passar sufoco

A geografia de Bariloche é linear e se estende às margens do Lago Nahuel Huapi. A cidade é dividida por “quilômetros” ao longo da Avenida Bustillo, o que significa que as atrações, hotéis e o Cerro Catedral estão distantes uns dos outros. 

Compreender a mecânica do transporte local impede que o viajante gaste valores excessivos ou fique ilhado em dias de condições climáticas adversas.

O sistema de ônibus local: como adquirir e recarregar o Cartão SUBE

O transporte público coletivo em Bariloche é uma opção viável e amplamente utilizada por turistas que buscam economia extrema.

O Cartão SUBE: Os ônibus municipais (como as linhas que levam ao Cerro Catedral ou ao Circuito Chico) não aceitam pagamento em dinheiro em espécie ou cartão de crédito a bordo. É obrigatório possuir o cartão magnético SUBE (o mesmo sistema unificado utilizado na Argentina).

Pontos de venda e carga: O cartão pode ser adquirido e recarregado em pequenos comércios cadastrados no centro, chamados kioscos

Um único cartão SUBE pode ser utilizado por toda a família, bastando passá-lo na catraca a quantidade de vezes correspondente ao número de passageiros do grupo. Nos horários de pico do inverno, contudo, os ônibus costumam circular com lotação máxima.

Uber, Táxis e Remises: o funcionamento dos aplicativos e as tarifas na neve

Para quem busca conforto e agilidade, o transporte individual exige cuidados específicos durante os meses frios.

Aplicativos de mobilidade: O Uber e o Cabify funcionam em Bariloche, mas a frota de motoristas parceiros diminui severamente durante os dias de nevasca intensa devido ao risco de acidentes na pista gelada e à falta de pneus de neve por parte dos condutores particulares. As tarifas flutuam por dinâmica, podendo dobrar de preço no final da tarde.

Táxis e remises (carros de agência): Os táxis possuem taxímetro fixo, enquanto os remises funcionam como carros executivos com preço fechado por trecho antes da partida. 

Conseguir um desses veículos livres na base do Cerro Catedral por volta das 17h, momento em que as pistas fecham, pode gerar filas de espera expostas ao vento frio que superam 40 minutos. É por isso que a inclusão de transfers privativos de ida e volta nos pacotes é a opção mais segura.

Como economizar na viagem para Bariloche sendo brasileiro?

Economizar em Bariloche é possível com planejamento e escolhas inteligentes. Assim, viajar fora da alta temporada, entre setembro e novembro ou março e maio, é uma das formas mais eficazes de reduzir gastos.

Viagem para Bariloche: pacotes, roteiros e dicas para brasileiros
Há passeios gratuitos para aproveitar no local.

Dicas de época, hospedagem e promoções 

Aproveitar promoções relâmpago e reservar hospedagem com antecedência faz toda a diferença. Hotéis fora do centro costumam ser mais baratos e ainda proporcionam vistas incríveis. Além disso, vale pesquisar passagens com milhas e monitorar sites de comparação de preços.

Cuidados com câmbio, transporte e passeios gratuitos 

Evite trocar dinheiro em locais não oficiais e prefira cartões internacionais com boa cotação. Dentro da cidade, opte por transporte público ou caminhe, já que muitos pontos turísticos ficam próximos. Passeios gratuitos, como o Circuito Chico, são uma excelente maneira de economizar sem perder experiências.

Sazonalidade Patagônica: quando viajar para Bariloche e o que muda na paisagem

Bariloche é frequentemente rotulada apenas como um destino de inverno, mas a cidade se transforma de maneira radical ao longo das quatro estações do ano. 

A infraestrutura turística da província de Río Negro permanece ativa durante todo o calendário, oferecendo duas viagens completamente distintas para o mesmo destino geográfico, dependendo apenas do mês escolhido para o embarque.

A temporada de neve (junho a setembro): esqui, pistas e a atmosfera alpina

O inverno transforma a região no maior e mais estruturado centro de esportes de neve da América do Sul.

Abertura das pistas: A temporada de esqui no Cerro Catedral geralmente se consolida a partir da segunda quinzena de junho e se estende até o final de setembro. 

Julho é o mês mais frio, com maior acúmulo de gelo e tarifas de alta temporada, enquanto agosto oferece pistas mais consolidadas, tarifas mais suaves e dias ligeiramente mais longos.

A atmosfera da cidade: O centro urbano ganha o charme das lareiras acesas, os restaurantes de fondue operam com capacidade máxima e a Calle Mitre fica repleta de turistas vestindo casacos pesados e botas de neve. É o período ideal para quem busca o sonho clássico do primeiro contato com a neve acumulada nas montanhas.

O verão andino (dezembro a março): praias de lago, trilhas e o degelo da cordilheira

Quando o calor chega, o degelo revela uma paisagem de águas cristalinas e florestas verdejantes de tirar o fôlego.

Praias de água doce: Os lagos Nahuel Huapi e Gutiérrez tornam-se os pontos de encontro dos moradores e turistas. Praias como Bahia Serena ganham decks de sol, caiaques e praticantes de stand-up paddle. 

Embora as águas dos lagos de degelo permaneçam frias (por volta de 12°C a 14°C), o clima seco com termômetros batendo 28°C convida ao relaxamento ao ar livre.

Montanhismo e trekking: Sem a cobertura de gelo, as montanhas revelam centenas de quilômetros de trilhas sinalizadas que levam a refúgios de montanha icônicos, como o Frey e o López. 

Os pacotes de verão focam em cavalgadas patagônicas, rafting nos rios da cordilheira e circuitos de mountain bike, mostrando uma Bariloche ensolarada e vibrante.

O que fazer em Bariloche?

Saber o que fazer em Bariloche é o primeiro passo para montar uma viagem inesquecível. O destino argentino é famoso por suas paisagens naturais, neve no inverno e atividades ao ar livre durante todo o ano.

Entre as principais atrações estão o Cerro Catedral, ideal para esportes de inverno, o Circuito Chico com vistas panorâmicas incríveis, e o Lago Nahuel Huapi, perfeito para passeios de barco. 

Além disso, o centro da cidade oferece uma experiência gastronômica rica, com destaque para os famosos chocolates artesanais.

Bariloche também agrada diferentes perfis de viajantes, desde quem busca aventura até quem deseja relaxar em meio à natureza.

Buenos Aires ou Bariloche: qual destino escolher?

A dúvida entre Buenos Aires ou Bariloche é muito comum entre brasileiros que visitam a Argentina. A escolha depende do tipo de experiência que você procura.

Buenos Aires é uma capital vibrante, com foco em cultura, arquitetura, gastronomia e vida noturna. Já Bariloche é um destino de natureza, com montanhas, lagos e neve, sendo ideal para quem quer fugir do ritmo urbano.

Para quem tem tempo, a melhor opção é combinar os dois destinos no mesmo roteiro, aproveitando o melhor da Argentina em uma única viagem.

Roteiro Bariloche: como planejar sua viagem?

Montar um bom roteiro Bariloche é essencial para aproveitar ao máximo o destino. A duração da viagem e a época do ano influenciam diretamente nas atividades disponíveis.

No inverno, o foco costuma ser neve e esportes como esqui e snowboard. Já no verão, trilhas, passeios de bicicleta e navegação pelos lagos ganham destaque. A seguir, veja sugestões práticas para diferentes durações de viagem.

Roteiro Bariloche 3 dias

O roteiro Bariloche 3 dias é ideal para quem tem pouco tempo, mas quer conhecer os principais pontos turísticos da região. No primeiro dia, a dica é explorar o centro da cidade e visitar o Cerro Campanário, considerado um dos mirantes mais bonitos do mundo. No segundo dia, reserve para o Cerro Catedral, principalmente no inverno.

Já no terceiro dia, o Circuito Chico é indispensável, com paradas em pontos estratégicos para fotos e contemplação. Mesmo com poucos dias, é possível ter uma ótima experiência em Bariloche com um planejamento bem estruturado.

Roteiro Bariloche 7 dias

O roteiro Bariloche 7 dias é perfeito para quem deseja explorar a região com calma e profundidade. Com mais tempo, é possível incluir passeios mais completos e experiências únicas.

Além das atrações tradicionais, você pode fazer excursões como Isla Victoria e Bosque de Arrayanes, visitar cidades próximas como San Martín de los Andes e aproveitar atividades ao ar livre com mais tranquilidade. Esse tipo de roteiro permite equilibrar aventura, descanso e gastronomia, tornando a viagem ainda mais completa e memorável.

Montanhas próximas a Bariloche com picos nevados e lago azul em cenário natural da Patagônia argentina.
Os lagos e montanhas de Bariloche fazem parte dos passeios mais famosos da região.

Além de Bariloche: cidades vizinhas para incluir no seu roteiro de 7 dias

Dispor de uma semana completa de viagem na Patagônia permite ao turista ir muito além dos limites geográficos do Centro Cívico. 

A região está cercada por parques nacionais e estradas cênicas que ligam Bariloche a pequenos povoados de colonização europeia, onde a arquitetura em madeira, a gastronomia de caça e as paisagens intocadas justificam o investimento em passeios rodoviários de um dia.

San Martín de los Andes e a Rota dos Sete Lagos: o passeio rodoviário indispensável

Uma das viagens rodoviárias mais bonitas e famosas do continente sul-americano fica colada a Bariloche.

A rota dos Sete Lagos: Como destacado no mapa acima, o circuito percorre um trecho de aproximadamente 110 quilômetros da emblemática Ruta 40. 

A estrada corta os parques nacionais Nahuel Huapi e Lanín, margeando sete espelhos d’água de colorações que variam do verde-esmeralda ao azul-turquesa profundo, com mirantes estruturados para paradas fotográficas.

O destino final: San Martín de los Andes é uma cidade alpina de contos de fadas localizada às margens do Lago Lácar. 

Menos saturada que Bariloche, ela oferece um comércio charmoso, restaurantes especializados em trutas grelhadas e o Cerro Chapelco, uma estação de esqui boutique altamente elogiada por sua infraestrutura familiar e filas reduzidas de acesso.

Villa La Angostura: o charme sofisticado e os bosques de arrayanes a poucos quilômetros

Localizada a apenas 80 quilômetros ao norte de Bariloche, Villa La Angostura funciona como o refúgio de luxo da região.

Perfil da cidade: Conhecida como “o jardim da Patagônia”, a vila apresenta uma arquitetura rigorosamente planejada em madeira e pedra, abrigando hotéis boutique de alto padrão e restaurantes de alta gastronomia que atraem um público que busca exclusividade, gastronomia refinada e silêncio em meio à natureza.

O Bosque de Arrayanes: A cidade é o portão de entrada para a Península de Quetrihué, lar do único bosque puro de Arrayanes do mundo — árvores nativas com troncos de cor canela descamados e retorcidos, que protegem a famosa cabana de madeira local retratada na imagem. 

O passeio pode ser feito por meio de caminhadas ecológicas ou através de catamarãs confortáveis que partem dos portos locais, oferecendo uma navegação relaxante pelas águas calmas da Patagônia.

Quer conhecer Bariloche e tudo o que ela oferece? Entre em contato com a Livare.

O que mais saber sobre viagem para Bariloche?

Veja outras dúvidas sobre o tema.

1. É necessário fazer seguro viagem para Bariloche sendo brasileiro?

Embora o seguro viagem não seja obrigatório, ele é fortemente recomendado para brasileiros que viajam a Bariloche devido ao risco maior de imprevistos, especialmente se for esquiar ou praticar esportes de inverno. 

2. Qual é a melhor época para viajar para Bariloche e aproveitar o destino brasileiro-friendly?

A melhor época depende do tipo de experiência esperada: se o objetivo for neve e esqui, os meses de inverno (junho a agosto) são ideais; porém, fora da alta temporada os preços caem e o destino fica mais tranquilo. 

3. Quanto custa, em média, uma viagem de 7 dias para Bariloche para brasileiros?

O custo médio para brasileiros em uma viagem de 7 dias a Bariloche varia bastante conforme a temporada, padrão de hospedagem e estilo de viagem. 

Por exemplo, estimativas indicam que um turista de nível intermediário pode gastar cerca de R$ 4.500 a R$ 8.000 sem contar passagens, e valores maiores se incluir hospedagem de luxo ou esqui intensivo. 

4. Pacote de viagem para Bariloche vale a pena ou é melhor montar por conta?

Escolher entre pacote ou montar por conta depende dos tipos de viajantes. Pacotes normalmente incluem passagens, hospedagem, traslados e até passeios com desconto, o que facilita para quem não quer planejar tanto. Por outro lado, montar a viagem por conta permite mais flexibilidade, personalização e às vezes economia. 

5. Para uma viagem de formatura para Bariloche, quais cuidados especiais os brasileiros devem ter?

Na viagem de formatura para Bariloche, é necessário atentar-se à logística de grupo, reservas antecipadas, definição de agência confiável e seguro adequado para jovens. Além disso, a escolha da hospedagem deve levar em conta transporte e segurança. 

Resumo desse artigo sobre viagem para Bariloche 

  1. Brasileiros podem viajar para Bariloche apenas com RG atualizado e seguro viagem recomendado;
  2. O custo médio de uma viagem é entre R$ 6.000 e R$ 10.000 por pessoa, variando pela temporada;
  3. Pacotes de viagem oferecem praticidade e preços mais estáveis, especialmente para famílias;
  4. O roteiro ideal inclui lagos, montanhas e experiências culturais em todas as estações;
  5. Planejar fora da alta temporada garante economia e uma experiência mais tranquila.
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Luciana Sergio
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Ótimo atendimento Lary esclareceu tudo, Livar ótimo atendimento 💜 muito atenciosa 😁
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kafia shaane
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Entrei em contato, com o pé atrás pensando que seria só mais um corredor, mais me surpreendi, atendimento excelente, atenção excepcional, não deixa nenhuma dúvida,sempre responde com maior clareza e educação, e sem falar no excelente profissional que é o Raphael, de verdade, recomendo muitíssimo. Deixo aqui meus sinceros agradecimentos.😍
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Marisa Benante
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Quero parabenizar Livare Viagens por ter nos proporcionado uma viagem ao PERU com segurança, guias com excelente domínio nos relatos das histórias dos respectivos lugares visitados bem como hospedagem de excelência. PARABÉNS LIVARE VIAGENS.
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Lu Victoriia
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experiência maravilhosa em família, momento inesquecível, equipe maravilhosa, os guias a hospedagem muito boa!!🩷
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Sabrina Gomes
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Minha primeira viagem fora do Brasil e amei muito, momento único sem dúvidas, só gratidão a essa agência👏🏽❤️ Que continuem realizando sonhos…
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Alexssander Eduardo
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Fui com minha esposa e nós amamos, os guias foram super atenciosos em todos os momentos, a hospedagem foi ótima também, indico essa agência pra todos!!
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Vagner Felipe Pereira
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Realização de um sonho em família, obrigada a essa agência por tornar isso possível, experiência incrível que já recomendei a todos👏🏽
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Leticia almeida De Souza
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Serviço excelente! Conheci a Livare Viagens através do Instagram e desde o contato inicial fui super bem atendida. Respondeu rápido, esclareceu todas as minhas dúvidas. Diariamente, recebíamos informações detalhadas sobre os roteiros do dia seguinte. Todos os guias e motoristas foram ótimos!
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Sobre o autor
A redação Livare Viagens é especialista no que se diz respeito ao que mais amamos: explorar novos caminhos. O nosso time de redatores conecta turistas do mundo inteiro com as exuberâncias naturais, culturais e históricas da América do Sul. Afinal, as fronteiras são convites para conhecer o novo e, por isso, somos a ponte que conecta pessoas e lugares incríveis.
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