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Quantos países tem na América do Sul? Veja a divisão completa do continente

20 Minutos de leitura

Resumo rápido: A dúvida sobre quantos países tem na América do Sul é comum e a resposta é direta: o continente sul-americano é formado por 12 países independentes. Além deles, existem territórios ultramarinos que não são considerados na contagem oficial.

Você já se perguntou quantos países tem na América do Sul e percebeu que a resposta nem sempre é tão direta quanto parece? Essa é uma dúvida extremamente comum, presente em pesquisas escolares, concursos, viagens, estudos geográficos e até em simples conversas do dia a dia. 

Muitas pessoas se surpreendem ao descobrir que o número de países sul-americanos não é apenas uma questão de contar nomes em um mapa.

Quantos países tem na América do Sul atualmente? 

Atualmente, a América do Sul possui 12 países oficialmente reconhecidos como Estados soberanos. Esse número considera apenas nações independentes, com governo próprio, reconhecimento internacional e assento em organismos globais, como as Nações Unidas. 

Então, essa é a resposta correta para quem busca saber quantos países tem na América do Sul de forma oficial. A confusão sobre esse número é comum porque muitas pessoas acabam incluindo territórios que, apesar de estarem localizados no continente, não possuem soberania. 

Por isso, entender o critério utilizado para essa contagem é essencial para evitar erros conceituais. Assim, antes de detalhar, é importante destacar alguns pontos fundamentais:

  1. Apenas países independentes entram na contagem oficial;
  2. Territórios pertencentes a outros países não são considerados;
  3. A divisão é política, não apenas geográfica.

Qual é o número oficial de países reconhecidos na América do Sul?

O número oficial de países na América do Sul é 12, conforme o reconhecimento internacional. Esses países possuem fronteiras definidas, governos próprios e autonomia política. Desse modo, esse critério é utilizado por instituições educacionais, geográficas e diplomáticas em todo o mundo.

Esse número permanece estável há décadas, já que não houve criação de novos países ou processos recentes de independência no continente. 

Portanto, qualquer fonte que indique um número diferente geralmente está considerando critérios incorretos ou misturando conceitos distintos.

Qual é a diferença entre países e territórios na América do Sul? 

A principal diferença entre países e territórios está na soberania. Um país possui autonomia política completa, enquanto um território depende administrativa e politicamente de outro país. 

Mesmo estando fisicamente na América do Sul, um território não é considerado um país sul-americano. Dessa forma, essa distinção é fundamental para compreender por que certos nomes aparecem em mapas, mas não entram na contagem oficial. 

Os casos especiais: os territórios não independentes no continente

Ao planejar um roteiro detalhado de lazer ou abrir o mapa para traçar novas rotas, é perfeitamente comum que o viajante se depare com alguns nomes que geram dúvidas geográficas na América do Sul.

Embora o continente abrigue 12 nações soberanas e independentes, existem pedaços de terra estrategicamente localizados dentro das nossas fronteiras físicas que respondem politicamente a governos situados em outros continentes. Compreender essas distinções evita equívocos na contagem oficial e enriquece a bagagem cultural do turista.

Essas regiões operam como verdadeiros enclaves históricos de colonizações passadas, mantendo leis, moedas e passaportes europeus em pleno solo sul-americano.

Para quem adora turismo geográfico e quer entender a fundo como funcionam os bastidores administrativos dessas ilhas e faixas de terra, conhecer esses casos especiais é uma verdadeira aula de geopolítica viva antes de fechar as malas.

Por que a Guiana Francesa não entra na lista de países oficiais?

Vizinha do estado brasileiro do Amapá, a Guiana Francesa frequentemente confunde os viajantes que acreditam estar diante de um país vizinho independente, mas sua estrutura jurídica segue as regras de Paris:

  • Pertencimento europeu: Trata-se de um departamento ultramarino da França, operando sob as leis e a moeda da União Europeia.
  • Barreira de entrada: Brasileiros precisam de visto de turismo específico para cruzar a fronteira terrestre a partir do Amapá.
  • Fronteira geográfica: Embora esteja fisicamente no norte do continente sul-americano, politicamente ela responde diretamente a Paris.
  • Moeda local: O Euro é a moeda oficial utilizada para pagar hospedagens, jantares e passeios nas cidades francesas.
  • Idioma oficial: O francês é a língua falada nas escolas, comércios e oficinas públicas da capital Caiena.
  • Centro espacial: A região abriga a base de lançamento de foguetes da Agência Espacial Europeia na cidade de Kourou.
  • Infraestrutura viária: As estradas que cortam o território seguem os padrões de sinalização e segurança das rodovias europeias.
  • Passaporte exigido: Por não fazer parte dos acordos de fronteira sul-americanos, exige passaporte com validade de seis meses.

O status político das Ilhas Malvinas e das Ilhas Galápagos

Outros arquipélagos famosos que cercam o continente exercem papéis administrativos muito particulares que alteram a rotina logística, o perfil econômico e as regras de entrada de turistas:

  • Disputa histórica: As Malvinas (Falklands) são um território ultramarino britânico, cuja soberania é reivindicada historicamente pela Argentina.
  • Controle inglês: Para o viajante de lazer, a moeda oficial no arquipélago é a libra e o idioma falado é o inglês.
  • Acesso restrito: Os voos civis de turismo que partem do continente em direção às ilhas costumam ter frequências semanais restritas.
  • Ponto de partida: A maioria das conexões aéreas comerciais para o arquipélago decola de cidades do Chile ou do sul argentino.
  • Fauna exuberante: O destino atrai turistas de lazer focados na observação de pinguins, baleias e aves marinhas raras na costa.
  • Província insular: Galápagos pertence oficialmente ao Equador, operando como uma reserva ambiental com regras estritas de turismo.
  • Taxa de conservação: Turistas de lazer devem pagar uma taxa ambiental obrigatória em dinheiro vivo para desembarcar no arquipélago.
  • Soberania nacional: Diferente das Malvinas, Galápagos não é um território dependente de fora, mas sim uma província e parque nacional equatoriano.
  • Controle de bagagem: Fiscais biológicos inspecionam as malas no aeroporto para evitar a entrada de sementes ou espécies exóticas nas ilhas.
Mapa da América Latina pintada de verde
A América do Sul conta com 12 países.

Quantos países tem na América do Sul e quais são eles?

Os países da América do Sul, como o Brasil, são nações independentes que compartilham o mesmo continente, mas apresentam culturas, línguas e histórias bastante diversas. 

Então, apesar disso, muitos deles possuem laços históricos comuns devido aos processos de colonização europeia. Conhecer quais são esses países ajuda não apenas em estudos geográficos, mas também em contextos culturais, turísticos e educacionais. 

Quais são os países independentes da América do Sul em ordem alfabética? 

Os 12 países da América do Sul são Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. Cada um deles possui características próprias, tanto em extensão territorial quanto em população e economia.

Nossa equipe condensou as principais informações políticas, geográficas e estatísticas de cada estado soberano para facilitar o mapeamento do seu próximo itinerário pelo continente:

PaísCapital oficialIdioma principalPopulação estimadaDocumento de entrada
ArgentinaBuenos AiresEspanhol46,7 milhõesRG ou Passaporte
BolíviaSucre / La PazEspanhol / Indígenas12,4 milhõesRG ou Passaporte
BrasilBrasíliaPortuguês215,3 milhõesIdentidade Nacional
ChileSantiagoEspanhol19,6 milhõesRG ou Passaporte
ColômbiaBogotáEspanhol52,1 milhõesRG ou Passaporte
EquadorQuitoEspanhol18,2 milhõesRG ou Passaporte
GuianaGeorgetownInglês810 milPassaporte Obrigatório
ParaguaiAssunçãoEspanhol / Guarani6,8 milhõesRG ou Passaporte
PeruLimaEspanhol / Quíchua34,3 milhõesRG ou Passaporte
SurinameParamariboHolandês620 milPassaporte Obrigatório
UruguaiMontevidéuEspanhol3,4 milhõesRG ou Passaporte
VenezuelaCaracasEspanhol28,8 milhõesRG ou Passaporte

Essa organização tabular demonstra graficamente a assimetria demográfica do continente, onde o território brasileiro responde por quase metade da população total da América do Sul.

Quais são as capitais dos países da América do Sul? 

Cada país da América do Sul possui uma capital que concentra funções administrativas e políticas. Cidades como Brasília, Buenos Aires e Santiago são exemplos de capitais planejadas ou estrategicamente desenvolvidas para exercer esse papel central.

Além da função política, muitas capitais também são centros culturais e econômicos. Lima, por exemplo, combina história colonial com crescimento urbano moderno, refletindo a complexidade dos países sul-americanos.

Fronteiras descomplicadas: documentos para viajar pelo continente

Realizar o sonho de desbravar os cenários da América do Sul é muito mais simples do que a maioria dos viajantes imagina. Graças aos acordos diplomáticos de cooperação internacional, o continente se destaca como um dos destinos mais desburocratizados do mundo para os cidadãos brasileiros.

No entanto, a facilidade de acesso não elimina a necessidade de um planejamento minucioso dos bastidores. Conhecer as regras de trâmite migratório e os requisitos de saúde de cada país evita surpresas desagradáveis no balcão de embarque e garante que a sua jornada em família transcorra com total segurança e previsibilidade.

A conferência preventiva dos documentos é o primeiro passo para desenhar férias perfeitas e sem estresse. Enquanto algumas fronteiras exigem apenas um documento de identificação civil básico, outras nações mantêm exigências rígidas sobre vacinas específicas ou apólices de seguro com coberturas financeiras mínimas.

Mapear esses detalhes com antecedência blinda o seu patrimônio e permite que você cruze os postos aduaneiros com a mente leve e o foco totalmente voltado para o lazer.

RG vs. passaporte: onde o brasileiro pode entrar sem burocracia

A flexibilidade de circulação pelas fronteiras vizinhas permite estruturar itinerários incríveis sem a necessidade imediata de emitir um passaporte tradicional ou arcar com taxas de visto de turismo:

  • Acordo do Mercosul: Cidadãos brasileiros podem viajar por quase toda a América do Sul portando apenas a carteira de identidade.
  • Países integrados: A regra vale para Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.
  • Regra do RG: O documento de identidade deve estar em excelente estado de conservação e com foto atualizada que permita identificação.
  • Tempo de emissão: Autoridades de fronteira recomendam que a data de emissão do RG tenha menos de dez anos para evitar contestações.
  • Documentos inválidos: Carteiras de habilitação (CNH), certidões de nascimento ou carteiras profissionais não são aceitas para imigração.
  • Exceções da lista: As Guianas e o Suriname não fazem parte desse acordo facilitado e exigem passaporte válido para a entrada.

Vacinas obrigatórias e a importância do Seguro Viagem internacional

Além dos documentos de identificação, a segurança sanitária e a proteção médica são pilares fundamentais da inteligência de viagem, sendo exigidas por lei em diversos pontos de controle do continente:

  • Febre amarela: Países como Colômbia, Peru e Venezuela exigem o Certificado Internacional de Vacinação emitido pela Anvisa.
  • Prazo de aplicação: A dose da vacina deve ser tomada com uma antecedência mínima de dez dias antes da data do embarque.
  • Seguro obrigatório: Nações como o Chile e o Equador exigem apólices de seguro médico com coberturas específicas para turistas.
  • Tranquilidade familiar: Contratar uma proteção com cobertura para altitude garante suporte médico rápido em passeios na cordilheira.
  • Atendimento especializado: O seguro viagem protege o orçamento contra os custos altíssimos de consultas e repatriações médicas no exterior.
  • Validação na alfândega: Mantenha a apólice impressa e o cartão de vacinas junto com o RG na sua pasta de mão para apresentar aos fiscais.
Mapa da América Latina com pinos em cima de alguns territórios
Cada país tem sua língua, cultura e pluralidade.

Por que existe confusão sobre quantos países tem na América do Sul? 

A confusão sobre quantos países tem na América do Sul acontece principalmente pela mistura de conceitos geográficos, políticos e culturais. Muitas pessoas aprendem definições simplificadas e acabam levando essas ideias para a vida adulta sem revisão.

Ainda mais, outro fator relevante é a forma como mapas e conteúdos online apresentam as informações, nem sempre deixando claro o que é país e o que é território.

Qual é a diferença entre América do Sul e América Latina? 

A América do Sul é uma divisão geográfica, enquanto a América Latina é uma divisão cultural e linguística. Então, países da América Latina compartilham línguas derivadas do latim, como português e espanhol, mas nem todos estão na América do Sul.

O México, por exemplo, é latino-americano, mas pertence à América do Norte. Assim, essa diferença é uma das maiores fontes de erro nas respostas encontradas online.

Quais são os países mais baratos para viajar na América do Sul? 

Antes de escolher o destino, é importante entender o perfil de gastos em cada país, já que fatores como inflação, turismo internacional e localização influenciam diretamente os preços. 

Por exemplo, cidades menos turísticas tendem a ser mais baratas, enquanto capitais e regiões famosas podem exigir um orçamento maior. Dessa forma, equilibrar custo e experiência é o segredo para aproveitar melhor a viagem.

Para facilitar sua decisão, confira abaixo alguns dos países mais acessíveis para brasileiros:

  • Bolívia: extremamente barata, ideal para mochileiros e aventureiros;
  • Paraguai: ótima opção para compras e viagens rápidas;
  • Peru: excelente custo-benefício com atrações mundialmente famosas;
  • Colômbia: mistura de praias, cidades históricas e preços acessíveis;
  • Equador: economia dolarizada, mas ainda com bons preços em várias regiões.

Por que a Bolívia é considerada o destino mais barato?

A Bolívia é considerada o destino mais barato porque o custo de vida local é baixo e o turismo ainda não é tão explorado quanto em outros países. 

Isso se reflete diretamente em hospedagens econômicas, refeições acessíveis e passeios com preços reduzidos. Assim, é possível viajar por vários dias gastando pouco.

Além disso, destinos como o Salar de Uyuni e La Paz oferecem experiências únicas por valores muito menores do que atrações semelhantes em outros países. 

Muitos viajantes relatam que conseguem manter um orçamento diário bastante baixo, especialmente se optarem por transporte local e hospedagens simples.

Quais cuidados tomar ao viajar para a Bolívia?

É importante se preparar para a altitude, principalmente em cidades como La Paz, onde o ar é mais rarefeito. Além disso, é essencial levar dinheiro em espécie, pois nem todos os locais aceitam cartões. Um bom planejamento garante uma viagem mais tranquila e segura.

Além da economia: roteiros de inverno e experiências premium

Embora a América do Sul guarde destinos fantásticos conhecidos pelo baixo custo de vida e apelo mochileiro, o continente também se consolidou como um polo de turismo de luxo, sofisticação e experiências de alto padrão.

Para o viajante de lazer que prioriza a hotelaria de charme, a alta gastronomia e a infraestrutura de ponta, as cordilheiras e vales vizinhos reservam circuitos espetaculares.

Planejar férias de inverno por essas regiões permite vivenciar o melhor da neve, dos esportes de montanha e dos serviços exclusivos com total previsibilidade e segurança.

Investir em um roteiro premium pela América do Sul combina o fascínio dos cenários naturais com o conforto de estâncias termais, vinícolas boutique e resorts integrados à natureza.

Da sofisticação urbana à rusticidade elegante das vilas de montanha, o continente prova que sabe receber o turista exigente com hospitalidade calorosa e serviços de classe mundial, transformando a proximidade geográfica em uma imensa vantagem logística para as férias da sua família.

O charme de Santiago e as estações de esqui mais famosas do Chile

A capital chilena se destaca como uma das metrópoles mais modernas e organizadas da América Latina, servindo de base perfeita para quem deseja misturar os prazeres da cidade com a adrenalina das pistas de neve:

  • Neve pertinho: Estações como Valle Nevado e El Colorado ficam localizadas a pouca distância de carro da capital chilena.
  • Acesso rápido: Em menos de duas horas de deslocamento por estradas sinuosas, você sai do asfalto urbano e pisa no gelo da cordilheira.
  • Acomodações na montanha: Resorts integrados oferecem o sistema ski-in/ski-out, onde você calça os esquis direto na porta do hotel.
  • Estrutura de ponta: A hotelaria e os centros de esqui chilenos oferecem instrutores em português e aluguel completo de roupas.
  • Facilidade para iniciantes: Escolas de esqui locais contam com pistas exclusivas para crianças e adultos que estão tocando na neve pela primeira vez.
  • Equipamentos modernos: Balcões de atendimento agilizam o aluguel de pranchas de snowboard, botas e capacetes com total segurança técnica.
  • Turismo de lazer: Santiago combina perfeitamente passeios por vinícolas renomadas, gastronomia moderna e calçadas limpas.
  • Vales vitivinícolas: Dedique uma tarde para fazer degustações guiadas de vinhos finos no Vale de Casablanca ou no tradicional Vale do Maipo.
  • Bairros sofisticados: Distritos como Vitacura e Las Condes reúnem hotéis de luxo, restaurantes premiados e parques impecáveis para caminhar.

Bariloche e a rota dos vinhos e carnes de alta gama na Argentina

Encravada na Patagônia Argentina, a charmosa cidade de San Carlos de Bariloche desenha o cenário de inverno perfeito para quem busca combinar paisagens cinematográficas de lagos azuis com a rica cultura gastronômica portenha:

  • Inverno dos sonhos: A cidade argentina é o destino favorito de famílias que buscam ver a neve e praticar esportes de inverno.
  • Cerro Catedral grandioso: O local abriga o maior e mais desenvolvido centro de esqui de todo o hemisfério sul, com dezenas de pistas ativas.
  • Passeios cênicos: O famoso teleférico do Cerro Otto leva o grupo até uma confeitaria giratória com vista panorâmica de tirar o fôlego.
  • Gastronomia afetiva: O centro de Bariloche é famoso pelas lojas de chocolates artesanais e restaurantes de cordeiro patagônico.
  • Rua dos doces: Caminhar pela Calle Mitre permite ver o chocolate sendo moldado ao vivo nas vitrines e provar bombons de frutas vermelhas.
  • Culinária de fogo: Casas especializadas assam o autêntico cordeiro na estaca cruzada de forma lenta, garantindo maciez e sabor inesquecíveis.
  • Custo-benefício: A conversão de moedas costuma favorecer muito o bolso do turista brasileiro na hora das refeições finas.
  • Menus degustação: É o momento ideal para reservar mesas em restaurantes requintados na beira do Lago Nahuel Huapi sem estourar o orçamento.
  • Garimpo de rótulos: As vinotecas locais oferecem acesso fácil aos vinhos tintos encorpados das províncias vizinhas com preços muito convidativos.

O Peru ainda vale a pena para quem quer economizar? 

O Peru continua sendo uma excelente opção porque combina atrações mundialmente conhecidas com custos relativamente acessíveis. 

Embora Machu Picchu tenha preços mais elevados, outras regiões do país compensam com economia significativa. Assim, o equilíbrio entre custo e experiência faz toda a diferença.

Cidades como Cusco e Arequipa oferecem hospedagens baratas e boa gastronomia a preços acessíveis. 

Além disso, o transporte interno é bem estruturado, o que facilita a locomoção sem gastar muito. Portanto, com um bom planejamento, é possível aproveitar o Peru sem comprometer o orçamento.

Como montar um roteiro completo pela América do Sul?

Um bom roteiro deve incluir países que ofereçam diversidade de paisagens e cultura, como Peru, Bolívia, Chile e Argentina. 

Essa combinação permite conhecer montanhas, desertos, cidades históricas e grandes centros urbanos. Além disso, esses países possuem boa conexão entre si.

Por exemplo, muitos viajantes começam pelo Peru, explorando Cusco e Machu Picchu, seguem para a Bolívia visitando o Salar de Uyuni e depois entram no Chile pelo deserto do Atacama. Essa rota é muito popular porque conecta atrações icônicas com baixo custo logístico.

Como organizar a ordem dos destinos?

A melhor forma de organizar a ordem é considerar a geografia e evitar deslocamentos longos e caros. Começar pelo Peru e descer até o Chile é uma estratégia comum e eficiente. Assim, você mantém uma sequência lógica e reduz gastos com transporte.

Quanto tempo é ideal para esse tipo de roteiro? 

O tempo ideal para um roteiro pela América do Sul depende do número de países incluídos, mas o recomendado é entre 15 e 30 dias. Esse período permite conhecer bem cada destino sem correria excessiva. Além disso, garante momentos de descanso durante a viagem.

Por exemplo, um roteiro de 20 dias pode incluir Peru, Bolívia e Chile com tranquilidade. Já um roteiro mais completo, incluindo Argentina e Colômbia, pode exigir mais tempo. Portanto, ajustar o planejamento ao tempo disponível é fundamental para evitar frustrações.

Como montar a mala para destinos extremos?

Montar as malas para desbravar os cenários da América do Sul é um dos exercícios mais instigantes do planejamento de férias.

Diferente de uma viagem tradicional para uma praia do Nordeste ou uma capital europeia com estações bem definidas, os roteiros pelo continente vizinho costumam mesclar ecossistemas totalmente opostos em um curto intervalo de tempo.

O turista de lazer pode facilmente acordar sob o calor seco de uma planície desértica e, poucos dias depois, estar caminhando diante das geleiras patagônicas, exigindo uma bagagem versátil, inteligente e altamente funcional.

O segredo para vencer o desafio da bagagem sem pagar taxas exorbitantes de excesso de peso nos aeroportos reside na seleção cirúrgica de peças tecnológicas e complementares.

Em vez de entulhar a mala com casacos pesados e volumosos de algodão, a inteligência de mercado dita o uso de materiais leves que barram o vento, retêm o calor do corpo e ocupam pouco espaço físico.

Organizar esses itens com antecedência garante que você encare as maiores belezas naturais do planeta com total conforto térmico e mobilidade.

O que levar para encarar o frio da Patagônia ou a altitude andina

As correntes de vento gelado que sobem do polo sul e a menor pressão do ar nas cordilheiras exigem uma estratégia rigorosa de vestuário para proteger a saúde de toda a família durante as atividades ao ar livre:

  • Técnica das camadas: Use segunda pele térmica, casacos de fleece e uma jaqueta grossa impermeável por cima de tudo.
  • Isolamento corporal: A blusa e a calça térmica coladas ao corpo mantêm o calor da pele e evitam que a umidade externa resfrie os músculos.
  • Fibra sintética leve: Os casacos de fleece substituem os moletons pesados com muita eficiência, aquecendo o dobro com metade do volume.
  • Proteção das extremidades: Luvas corta-vento, meias térmicas de lã e toucas são indispensáveis para caminhadas no gelo.
  • Prevenção do congelamento: Grande parte do calor do corpo humano escapa pela cabeça, mãos e pés se eles não estiverem devidamente vedados.
  • Meias corretas: Evite meias de algodão tradicionais, que acumulam suor; prefira as meias de lã merino para manter os pés perfeitamente secos.
  • Calçados ideais: Invista em botas de trilha com solado antiderrapante e cano alto para proteger os tornozelos.
  • Segurança na pisada: O solado de borracha com sulcos profundos evita escorregões perigosos em terrenos cobertos de neve fofa ou pedras úmidas.
  • Impermeabilidade essencial: Certifique-se de que o calçado seja resistente à água para impedir que o gelo derretido resfrie as pontas dos dedos.

Preparando os itens essenciais para enfrentar o Deserto do Atacama

O norte do Chile reserva um dos ambientes mais belos e desafiadores do mundo para o corpo humano. A altitude somada à aridez extrema exige que a mochila de passeios diários funcione como uma verdadeira estação de hidratação:

  • Clima seco: A umidade do ar extremamente baixa no deserto exige o uso constante de hidratantes labiais e colírios.
  • Hidratação contínua: A sensação de secura na garganta e nos olhos pode causar desconforto se você não lubrificar as mucosas com frequência.
  • Cuidado com a pele: Leve loções hidratantes potentes para aplicar no corpo após os banhos nas termas ou caminhadas pelas salinas.
  • Amplitude térmica: O dia costuma registrar calor escaldante sob o sol e a noite apresenta temperaturas negativas na areia.
  • Roupas conversíveis: Use calças-bermuda e casacos leves com zíper para conseguir se adaptar rapidamente às mudanças drásticas de horário.
  • Madrugadas congelantes: Os passeios que partem antes do amanhecer, como a visita aos Gêiseres do Tatio, exigem o mesmo nível de casacos da Patagônia.
  • Acessórios de sol: Chapéus com proteção solar, óculos escuros e garrafas térmicas de água devem morar na mochila.
  • Bloqueio de raios UV: A radiação solar no deserto é altíssima devido à ausência de nuvens, tornando o uso de bonés e óculos de boa qualidade mandatório.
  • Água sempre fresca: Manter uma garrafa térmica de inox garante água gelada para saciar a sede ao longo das longas trilhas pelos vales de pedra.

Conectividade e logística: malha aérea e deslocamentos internos

Depois de escolher os destinos perfeitos no mapa sul-americano e arrumar as malas de forma estratégica, o pilar final que garante o sucesso absoluto da sua viagem é a organização da conectividade e dos transportes locais.

Cruzar as distâncias continentais do nosso território vizinho exige entender como funcionam as malhas de transporte integradas de cada região.

Aplicar a inteligência de mercado na hora de reservar passagens e escolher a forma de locomoção evita o desperdício de preciosas horas de lazer e blinda o orçamento da família contra tarifas abusivas de última hora.

Da mesma forma, a tecnologia se transformou na maior aliada do turista que deseja se movimentar de forma linear e perfeitamente autônoma pelas calçadas estrangeiras.

Estar conectado à internet e utilizar os métodos corretos de pagamento digital permite que você chame carros por aplicativo, consulte mapas em tempo real nas fronteiras e pague as suas refeições com total transparência tarifária, eliminando perrengues de bastidor nos guichês de atendimento.

Como economizar comprando voos internos e passes de ônibus de turismo

Otimizar os deslocamentos entre uma atração e outra é o segredo para desenhar um itinerário fluido, confortável e economicamente inteligente pelo continente:

  • Voos low-cost: Empresas de baixo custo operam rotas baratas entre capitais como Santiago, Buenos Aires e Lima.
  • Atenção à bagagem: Lembre-se de que essas tarifas econômicas costumam incluir apenas uma mochila de mão, sendo necessário pagar o despacho à parte.
  • Antecedência no clique: Reservar os trechos internos com dois a três meses de antecedência garante os melhores assentos e preços promocionais.
  • Rotas de ônibus: Países como Peru e Chile possuem frotas de ônibus leito com excelente conforto para viagens noturnas.
  • Economia em hospedagem: Viajar em poltronas que reclinam 180 graus permite cruzar distâncias continentais dormindo com conforto e economizando uma diária de hotel.
  • Empresas estruturadas: Frotas modernas contam com telas individuais de entretenimento, Wi-Fi a bordo e serviço de bordo de alto padrão.
  • Passes de trem: O trajeto até Machu Picchu ou a subida a Monserrate exigem reservas antecipadas de bilhetes online.
  • Vagas limitadas: Os trens que cortam os vales andinos possuem assentos restritos e costumam esgotar semanas antes da data do passeio.
  • Bilhetes digitais: Mantenha os códigos QR dos seus cartões de embarque salvos no celular para agilizar o acesso às plataformas de embarque.

Chips de internet locais e o uso de carteiras digitais globais

Garantir o sinal do celular ativo e o dinheiro protegido no bolso são os passos definitivos para explorar as praças e parques com total segurança patrimonial:

  • Conexão imediata: Compre um chip virtual (eSIM) antes de embarcar para manter o sinal de mapas ativo na fronteira.
  • Ativação remota: A tecnologia eSIM permite instalar o plano internacional direto nas configurações do celular por QR Code, sem precisar trocar o chip físico.
  • Uso de GPS: Estar conectado logo no desembarque ajuda a checar rotas de transporte público e a monitorar o trajeto do carro de aplicativo.
  • Cartões internacionais: Contas globais em dólar reduzem a taxa de IOF e são aceitas nas maquininhas de quase todo o continente.
  • Vantagem tributária: Utilizar cartões de débito internacionais garante o IOF reduzido de 1,1%, gerando uma economia enorme em relação ao cartão de crédito tradicional.
  • Conversão direta: O sistema converte o saldo em dólar comercial para a moeda local do país (pesos, soles ou guaranis) na hora da compra.
  • Dinheiro vivo: Guarde pequenas quantias de notas locais em espécie para pagar taxas de parques ou gorjetas de rua.
  • Mercados tradicionais: Vilarejos do interior ou feiras de artesanato rústico nas montanhas andinas raramente contam com sinal de maquininha de cartão.
  • Saques estratégicos: Utilize os caixas eletrônicos dos grandes bancos centrais das capitais para retirar pequenas quantias em pesos com taxas seguras.

O que mais saber sobre quantos países tem na América do Sul?

Veja outras dúvidas sobre o tema.

Quantos países tem na América do Sul segundo a ONU?

Atualmente, a Organização das Nações Unidas reconhece 12 países independentes na América do Sul. Esse número considera apenas nações soberanas, excluindo territórios que pertencem a outros países fora do continente.

A Guiana Francesa é considerada um país da América do Sul?

A Guiana Francesa não é um país, mas sim um território ultramarino da França. Apesar de estar localizada geograficamente na América do Sul, ela não possui soberania própria, por isso não entra na contagem oficial de países.

O Suriname e a Guiana fazem parte da América do Sul?

Tanto o Suriname quanto a Guiana são países independentes da América do Sul, embora muitas pessoas se confundam por causa da língua oficial e da história colonial diferente da maioria dos países sul-americanos.

Por que algumas fontes dizem que a América do Sul tem mais de 12 países?

Isso acontece porque algumas fontes incluem territórios não independentes, confundem América do Sul com América Latina ou consideram regiões autônomas como países. Essa falta de critério claro gera números incorretos.

México faz parte da América do Sul?

O México faz parte da América do Norte, embora esteja culturalmente ligado à América Latina. Essa é uma das confusões mais comuns quando se fala sobre divisão do continente americano.

Resumo desse artigo sobre quantos países tem na América do Sul 

  1. A América do Sul possui 12 países oficialmente reconhecidos;
  2. Apenas países independentes entram na contagem oficial;
  3. Territórios como a Guiana Francesa não são países;
  4. América do Sul e América Latina são conceitos diferentes;
  5. A confusão surge da mistura entre critérios geográficos e culturais.
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Sobre o autor
A redação Livare Viagens é especialista no que se diz respeito ao que mais amamos: explorar novos caminhos. O nosso time de redatores conecta turistas do mundo inteiro com as exuberâncias naturais, culturais e históricas da América do Sul. Afinal, as fronteiras são convites para conhecer o novo e, por isso, somos a ponte que conecta pessoas e lugares incríveis.
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